Mariana Cíntia de Los Rincones: Uma quase-balzaquiana. Mineira. Psicóloga. Quando bebe, no lugar da coluna vertebral coloca uma vara de pescar – enverga, mas não quebra. Foi batizada com esse simpático nome após uma participação especial numa pseudo-virtual-novela chicana.
Jaana: A cearense mais branquela do planeta. Faz mestrado e especialização e ainda encontra tempo para dar seus gritinhos nos ouvidos castigados dos amigos. Não sabe diferenciar maconha de Gudan Garan.
Cae: Nossa goiana já foi oboísta (“obo o que??” Não me perguntem! Corram até o dicionário e enriqueçam seu palavrório). Quem a vê no trabalho, jura que ela é séria – o que não contradigo para não sofrer represálias em casa (vá que ela não me deixe mais comer granola...).
Esperando Godot: Naturalmente brasiliense. Dança, canta, representa, toca pandeiro, assovia e chupa cana. Não necessariamente nessa ordem. Não sei porquê foi estudar na Unicamp, mas já se deu conta da bobagem e agora está na UnB.
Ana Silva: A mulher da terra da mandioca. Jornalista, militante política e amante de Chico Buarque. Acho que não deveria contar que ela está pagando pena alternativa por crime eleitoral, não é? Fora isso, posso garantir que ela é do bem. Preguiçosa, mas do bem.
Valéria: Mais nova vó da paróquia (o Miguel que se prepare!). Uma quase-brasiliense, quase-louca, quase-tudo. Já morou em Florianópolis e sobreviveu à maresia e ao mofo com grande bravura. Como seqüela, ficaram apenas algumas bolhas dentro da cabeça.
Lídia: Essa que vos escreve, finalmente, depois de três meses. Manezinha da Ilha no Planalto Central há um ano e meio. Roedora compulsiva de unhas. Muitos dizem que sou grossa, mas na verdade sou um poço de ternura.