*no quintal de casa cada um faz o que quer. porque esse quintal é grande, do tamanho que a gente fizer. uma rede pra se balançar e balançar os pensamentos ele tem. tem um pé de limão, uma goiabeira, uma porção de plantas e flores e uns cachorros pra bagunçar o coreto. criança e adulto querendo ouvir história também sempre aparecem. e a gente conta. histórias de quintal. *
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Você já foi ao Acre hoje?
"¿Tienes trueco pra una nuetita de dez?"
Diplomata boliviano, concluindo a negociação da transferência do território acreano para o Brasil
"Xi, acabou o troco... O senhor aceita bala de goma?"
Diplomata brasileiro, usando pesadas táticas de negociação
"Você quis dizer: Terra do Nunca"
Google Earth sobre Acre
"Você quis dizer: Nada"
Google sobre Acre
"Isso non ecziste!!!"
Padre Quevedo sobre o Acre
"404 Not Found"
Internet Explorer sobre Acre
"Lembrei do local onde perdi os minhas botas..."
Judas sobre Acre
"Fronteiras do Acre: El Dorado ao norte, Atlântida a oeste, Sodoma e Gomorra ao sul, Camelot a leste."
Atlas Universitário sobre o Acre
"Você traiu o movimento existencialista, véio!"
Dado Dolabella sobre Acre
"Foi lá que eu aprendi portugês!"
Carla Perez sobre Acre
"Acre? Isso é lenda!"
Curupira sobre Acre
"Recebemos mais turistas por ano que eles."
População de Atlântida sobre Acre
"Só acredito vendo!"
São Tomé sobre Acre
quinta-feira, 23 de abril de 2009
meu horóscopo de hoje
Fácil: entro no wikipedia e escolho um artigo aleatório, seu título é o nome da minha banda: Tufão Rammasun; entro no en.wikiquote.org e as últimas palavras são o título do meu album: Not to Bind Them (em inglês é mais chique, bien sür); entro no flckr e escolho uma entre as sete fotos q aparecem na tela: esta é a capa. Pronto: meio caminho andado...
segunda-feira, 20 de abril de 2009
continua
porque no meio do incêndio a gente virava filme
porque no meio da história a gente pulava corda
porque no meio do salto a gente inventava regra
porque no meio da ordem a gente cantava distração
porque no meio da noite a gente cantava, inventava regra, pulava corda, virava filme e pegava fogo
porque no meio do sonho
antes do fim da história
com a corda ainda no ar
distraidamente
a gente pegava no sono
quinta-feira, 12 de março de 2009
Por uns cobres a mais
Certo dia, viu-se sem cinzeiros e fez a coisa mais detestável que fazem os fumantes: bateu as cinzas num copinho com água. Enojada, resolveu reabastecer a casa – em cada cômodo, um cinzeiro, pronto.
Foi diretamente a uma loja onde sempre comprava os tais cinzeirinhos vítreos. Não havia, acabaram-se. Toca pra outra. Não temos, disse a vendedora. Está em falta, na terceira. Estranho. Não há cinzeiros nesta cidade?
Decidiu levar uns de cobre; vêm três num saquinho, ainda mais baratos do que os de vidro. Encheu a casa com eles. Sentava-se na sacada do apartamento, diante do mar, e fumava tranquilamente seu cigarrinho.
Alguns dias depois, percebeu que os cinzeiros novos estavam se enegrecendo. Maldita maresia, esqueci-me disso. Foi então que teve a ideia de passar esmalte de unhas nos objetos. Isso vai criar uma película protetora, imaginou. E assim o fez. Logo, todos os recipientes estavam envernizados, secando ao sol. À noite, já estarão bons, calculou.
Fim de jornada, antes de dormir, fumou seu indefectível último cigarro do dia. Apagou-o num dos cinzeirinhos recém-envernizados, mas não de todo. Restou uma brasinha, não percebida, que ficou ali, fumegando, misturando-se ao esmalte e ao zinabre anterior.
Dessa mistura, expeliu-se um gás asfixiante que tomou conta de todo o quarto. Morreu dormindo, sufocada pela fumaça desprendida do cinzeiro. No velório, a irmã lamentava: Não disse que o cigarro ainda a mataria?
sábado, 7 de março de 2009
mania
O sonho de ter sua própria rádio esbarrou na realidade concreta e se despedaçou em pequenas peças de locução que ele transmitia dentro do próprio carro, seu único veículo ao longo da vida. As transmissões da rádio iniciavam logo cedo, a caminho das escolas das filhas e se estendiam, houvesse ouvintes ou não, durante os curtos trajetos do dia. Aos poucos, suas filhas tiveram programas inteiros para ler o horóscopo ou relatar passeios da escola, as colegas de carona viravam convidadas especiais em programas de entrevistas, e todo mundo entrava na brincadeira. Por fim, a rádio passou a ser transmitida também fora do carro e os “causos” pitorescos se acumulavam, como aquele com o guarda rodoviário que acabou entrevistado ao vivo, em plena blitzen; a gravação da entrevista daquele tio que reaparecera depois de andar sumido por trinta anos e ele só responde puff, nham, ham-ham, mmmmm, ahn! A família se divertia muito mesmo.
Com o tempo, a coisa foi ficando mais profissional, com leitura do prefixo, vinhetas, chamadas da programação, intervalos para ouvir as músicas do cassete player (roadie star, modelo anos 70). Adquirido um microfone caseiro para o “3 em um” da Phillips, já eram até editadas fitas com anúncios, dingles, e seleções musicais! “Sua mãe informa: amanhã será feita des-inse-ti-za-ção TOTAL! Vamos acabar com as baratas! Para seu melhor conforto e saúde! Solicita-se, no entanto, aos proprietários de quartos na casa, que facilitem a entrada dos profissionais recolhendo suas calcinhas do chão!” (segue Michael Jackson: Thriiiiiiiiiiller! ”) “Os famosos Doces da Vovó: hoje, em oferta no Lanche das Cinco” (segue: “Just a Spoon Full o’ Sugar”).
Se não me engano, na nossa última esbarrada a transmissão da rádio já tinha passado a ser contínua, 24 horas no ar. Daí, onde não havia botão de desligar, a pedido do público ouvinte, foi instalado, pelo menos, um botão de controle de volume, acionado por Autocontrole Remoto Ótico: era no olhar das pessoas que ele percebia a hora de baixar o volume, já que não conseguia mais parar de transmitir. Assim, suas locuções tinham virado resmungos e as músicas eram “humminadas” o dia inteiro para os caros ouvintes colegas na empresa de tevê, onde ele sempre foi considerado ótimo técnico, apesar de meio “no ar”.
Acabou que a rádio nunca deu lucro, nem subiu no poste, nem alcançou lugar nos satélites, e não passou do que chamamos de rádio “prosprópriosbotões”. Os poucos de nós que temos antenas para captar essas ondas, quando esbarramos botões nos botões num abraço com esse sujeito, sabendo-nos ao vivo, no ar, transmitimos um alô aos rincões deste planeta mandando um abração pros nossos queridos vivos. Só para terminar, mandamos um beijão pras tias e pros tios. E, manda avisar lá em casa que o pior já passou, estamos bem! As crianças andaram adoentadas, mas era coisa que comeram demais, não é pra preocupar. E, já acabando, tá todo mundo sem férias aqui, este anzim bi zin bi ziiiiiiiiiiiiiiiiin nhoooooooooooooooziiimmmmmmmxxxxxxxxxxxxxxxxxx
terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Eu era uma pessoa feliz. Cantava muito, várias vezes ao dia. Curtia axé, música que me fazia rir, além de dar uma vontade danada de dançar, sair de casa, paquerar. Alegria, letras divertidas, engraçadas, mesmo as de amor, levantam o astral da gente, a vontade é de sorrir sempre. O máximo que se sofre é com alguma baladinha mais romântica da Ivete Sangalo.
Muito feliz, era eu, até o dia em que se mudou uma moradora para o apartamento ao lado do meu. O prédio é pequeno, a gente tem de tomar cuidado com o barulho, quase sempre dá para ouvir o programa de TV ou a música do apê vicinal. Eu escutava meus discos num volume alto, reconheço, todo mundo gosta de axé, não é? Nunca me preocupei porque ninguém reclamava. A vizinha tampouco. Mas, depois de algum tempo, também pôs música a tocar.
Não vou nem comentar as músicas de amor, caso contrário, eu ardo de desejo ou perdemos a noção da hora. Começo a me perguntar de que romance antigo me roubaste e penso que na verdade não me queres mais. Não dá, arrasa o meu projeto de vida. É loucura, às vezes, acho que a vizinha perdeu a saia, perdeu o emprego, bebeu veneno e vai morrer de rir.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Segurou com uma mão, depois com as duas. Seu olhar não se fixava. Ele quis ajudá-la, colocou a mão por cima das dela e disse: é só começar, você vai ver como é fácil... depois não vai mais querer parar. Até acreditava. Quase todas as pessoas que ela conhecia gostavam – por que com ela seria diferente?
Mas havia algo que a incomodava naquele momento. Não sabia bem o que era, talvez fosse o cheiro, um cheiro de novo, talvez a falta de cumplicidade com ele. Perguntou: você já fez isso com muita gente, né? Já, claro. E ninguém desistiu? Não, até hoje não, você vai ser a primeira? Não, não, vamos lá!
Girou a chave na ignição e foi.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
FORÇA DE UM MITO - Marcelo Coelho
Trânsito. Chuvas. Confusão.
O Natal é a festa das crianças.
Para muitos pais, entretanto, é um verdadeiro inferno.
O Volvo de Denise estava parado no Itaim.
Destino: um shopping de altíssimo luxo no Morumbi.
No banco de trás, quatro crianças mostravam péssimo comportamento.
Berros. Manhas. Mordidas.
O belo rosto de Denise tentou inspirar terror.
--Se vocês não pararem, Papai Noel não traz presente.
A advertência foi ignorada pelos pequenos capetas.
Denise ia tomar medidas radicais quando um vulto se aproximou.
Roupa vermelha. Barbas brancas. Um gorro. As crianças ficaram quietas.
--Papai Noel? É você?
Não exatamente. Era o Caçula. Perigoso assaltante em atividade na região.
Na mira do 38, Denise entregou a bolsa, as jóias e a chave do carro.
Denise e os filhos voltaram de ônibus para casa. O maiorzinho já promete.
--Ano que vem a gente se comporta melhor, mamãe. Eu juro.
Mito e realidade, por vezes, são como os adultos. Adotam estranhos disfarces.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
- Como fazem alguns animais, se mimetizam.
- Ãã?
- É. Pra que os predadores não os vejam.
- Tá dizendo que ele tem medo de mim?
- Tem. Acho que tanto que não fala. Proteção, de novo.
- Aí então faz piada?
- É. Fuga. E sabe do que mais? Não existem comidas azuis porque os seres humanos instintivamente associam essa cor aos venenos - sabia?
- Aããã?
- Ele deve ter ficado com medo dos teus olhos. Medo de se envenenar, de se perder.
- Tá bom, outra hora a gente conversa. 'Cê tá muito científica hoje.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Bukowski
todas as mulheres
todos os beijos delas as
formas variadas como amam e
falam e carecem.
suas orelhas elas todas têm
orelhas e
gargantas e vestidos
e sapatos e
automóveis e ex-
maridos.
principalmente
as mulheres são muito
quentes elas me lembram a
torrada amanteigada com a manteiga
derretida
nela.
há uma aparência
no olho: elas foram
tomadas, foram
enganadas. não sei mesmo o que
fazer por
elas.
sou
um bom cozinheiro, um bom
ouvinte
mas nunca aprendi a
dançar — eu estava ocupado
com coisas maiores.
mas gostei das camas variadas
lá delas
fumar um cigarro
olhando pro teto. não fui nocivo nem
desonesto. só um
aprendiz.
sei que todas têm pés e cruzam
descalças pelo assoalho
enquanto observo suas tímidas bundas na
penumbra. sei que gostam de mim algumas até
me amam
mas eu amo só umas
poucas.
algumas me dão laranjas e pílulas de vitaminas;
outras falam mansamente da
infância e pais e
paisagens; algumas são quase
malucas mas nenhuma delas é
desprovida de sentido; algumas amam
bem, outras nem
tanto; as melhores no sexo nem sempre
são as melhores em
outras coisas; todas têm limites como eu tenho
limites e nos aprendemos
rapidamente.
todas as mulheres todas as
mulheres todos os
quartos de dormir
os tapetes as
fotos as
cortinas, tudo mais ou menos
como uma igreja só
raramente se ouve
uma risada.
essas orelhas esses
braços esses
cotovelos esses olhos
olhando, o afeto e a
carência me
sustentaram, me
sustentaram.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A caixa
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Rapidinha
Falo constantemente sem pensar.
Ah, se fosse o contrário...
E o amor até existe
Ao longo da sua vida, acreditou que pudesse, um dia, encontrar seu príncipe encantado, sua “alma-gêmea”, que estaria vagando por aí à sua procura, feita, para ela, sob medida. Com esse príncipe ela sonhava em se casar, ter dois filhos (Miguel e Luíza) e, como nos clássicos contos de fadas, ser feliz por toda a eternidade.
Infelizmente, Glorinha se enganou. A jovem sonhadora descobriu que tudo isso era fruto de uma educação à base de leituras e filmes fantasiosos, onde, no final, a mocinha encontra no mocinho o seu verdadeiro e grande amor e com ele vive aquele tradicional “e foram felizes para sempre”.
Sua primeira decepção foi ter descoberto que papai Noel não existia. A outra, foi quando viu seu pai colocar o ovo de páscoa embaixo da cama. Mas a maior delas foi quando descobriu que esse amor que tanto buscava não existia. Percebeu que a vida não é um filme, muito menos um livro de contos de fadas. É feita de troca de interesses e amor condicionado, como se amar fosse um favor entre as pessoas.
Se no amor verdadeiro “tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta”; se o amor de verdade jamais acaba, me desculpe, caro leitor, mas esse amor só existe no futebol. Cheguei à conclusão de que amor puro, pleno, incondicional e eterno é o amor ao time. Por ele sofremos e vertemos até a última gota de lágrima. Há quem fique doente. A cada derrota, a cada gol tomado, a cada “frango engolido”, a cada lance perdido, a cada m... feita em campo xingamos os jogadores, o técnico, o juíz e as respectivas mães. A raiva sobe, a revolta e a vontade de cair na porrada com toda a equipe e com os adversários toma conta.
Mas que raio de amor é esse que só desperta sentimento ruim? - deve estar se perguntando o leitor. Pois eu digo, meu caro, que tudo isso faz parte do amor que, como expliquei anteriormente, é sofredor, em tudo crê (o time está na lanterna e a gente acredita que ainda pode chegar ao G4), suporta a derrota, as goleadas, a traição do técnico que nos deixou para dirigir nosso maior adversário, mas que acabou voltando, tornando-nos campeões, ou, pelo menos, tirando-nos da zona de rebaixamento.
É esse amor que nos faz tolerar e perdoar nosso time derrotado, rebaixado ou vice-campeão (que me perdoem os vascaínos). Basta um gol, uma partidinha ganha (por mais insignificante que ela seja) e pronto: toda a raiva vai embora e dos sofrimentos nos esquecemos. É só felicidade. O técnico passa a ser o grande herói, Obina, o melhor do mundo e ainda se transforma em amuleto (o anjo negro da Gávea). A alegria proporcionada por uma vitória qualquer é muito maior que o sofrimento pela perda da Libertadores.
O mesmo Flamengo, Vasco, Palmeiras, Botafogo, os mesmos Atléticos e tricolores, e tantos outros que nos fazem sofrer, também nos trazem alegrias imensas e intensas, nos deixando eufóricos como uma criança que acabou de ganhar um brinquedo novo.
A cada partida, um frio na barriga, as unhas roídas e aquele nervoso, que só quem ama sabe como é. Cada lance, cada gol, cada vitória é um novo brilho que surge no olhar e um novo sorriso. Como diz o chato do Galvão Bueno ( e nesse caso eu vou ter que concordar com ele): “HAJA CORAÇÃO!”
Por nosso time sofremos, choramos, passamos raiva, ficamos doentes. Mas, no final, sempre perdoamos, confiamos e a ele seremos sempre fiéis. Isso sim é amor. O resto é qualquer coisa.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Músicas de filmes
Seguindo: De Ushuaia a La Quiaca é uma música linda que o argentino Gustavo Santaolalla fez para a trilha de Diários de Motocicleta (vários países, 2004) - toca na última cena do filme. Después temos Whole wide world, com Wreckless Eric, do engraçado Mais estranho que a ficção (EUA, 2006), quando enfim Harold Crick desencalha, ou melhor, é desencalhado por uma padeira sonegadora de impostos.
A sexta música dispensa apresentações: Preciso me encontrar, interpretada por Cartola, toca em Cidade de Deus (Brasil/França, 2002) na cena em que Cabeleira é baleado. Continuando ouvimos He mele no Lilo, musiquinha gostosa (que me deixa alegrinha!) da animação Lilo & Stitch (EUA, 2002). A trilha do filme, além das músicas hawaianas, conta com algumas faixas do Rei do Rock - sim, aquele que não morreu.
I say a little prayer é daquelas músicas que podem fazer um filme valer a pena. Acho que já assisti a'O casamento do meu melhor amigo (EUA, 1997) umas quatro vezes só por causa da cena com aquelas gêmeas bizarras fazendo backing vocal para o amigo gay da Julia Roberts.
A nona música é This time tomorrow, da banda britânica The Kinks, que toca no começo do filme Viagem a Darjeeling (EUA, 2007) quando os personagens de Bill Murray e Adrien Brody estão correndo para pegar um trem na Índia. Um deles não é bem sucedido... mas não vou contar quem - vá assistir, que a viagem é surreal, cômica e muito bonita.
Depois as rebolativas Lil Kim, Christina Aguilera, Pink e Mya vêm cantando Lady Marmalade, do musical Moulin Rouge! (EUA, 2001), filme que deixou Nicole Kidman com uma costela fraturada e um menisco rompido. Ui.
E, para encerrar, Let's hear it for the boy, interpretada por Deniece Williams (?). Rola no filme Footloose (EUA, 1984) na seqüência em que o personagem do Kevin Bacon está ensinando o amigo tosco (irmão de Sean Penn, Chris, que morreu em 2006) a dançar - e dá uma vontade enorme de sair dançando também. Aliás, não é só nessa cena... Quem tem a minha idade e não dançou Footloose que atire a primeira fita cassete.
domingo, 19 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Receita para comer o homem amado
Pegue o homem que te maltrata, estenda-o sobre a tábua de bife e comece a sová-lo pelas costas. Depois pique bem picadinho e jogue na gordura quente. Acrescente os olhos e a cebola. Mexa devagar até tudo ficar dourado. A língua, cortada em minúsculos pedaços, deve ser colocada em seguida, assim como as mãos, os pés e o cheiro verde. Quando o refogado exalar o odor dos que ardem no inferno, jogue água fervente até amolecer o coração. Empane o pinto no ovo e na farinha de rosca e sirva como aperitivo. Devore tudo com talher de prata, limpe a boca com guardanapo de linho e arrote com vontade, pra que isso não se repita nunca mais.
Ivana Arruda Leite
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Nada como uma boa trepada matinal
Permitam-me fazer um “à parte”, antes de continuar a história. Ela nunca teve esse tipo de experiência, mas desde adolescente sente tesão ao ver cenas de duas mulheres se pegando. Certa vez ligou a TV. Estava passando um filme em que Angelina Joulie interpretava uma lésbica. A cada cena de sexo, excitava-se, imaginando-se no lugar daquela personagem. Apesar disso, nunca sentira atração por pessoas do mesmo sexo. Mas, ultimamente, embora ainda não sinta atração, sente vontade de ser chupada por uma mulher. Isso se deve à idéia de um velho conhecido, daqueles bem pervertidos e sem limites, que fica enchendo a cabeça dela de idéias deliciosamente “mirabolantes”. Ela sempre resistiu às suas propostas. Mas de uns tempos pra cá, tem sido mais flexível e hoje já pensa na possibilidade de deixar ter uma menina bem gostosinha pagar-lhe um boquete bem gostoso.
Continuando a história...
Enquanto ela via as cenas lésbicas baixadas em uma das comunidades que havia entrado, enchia-se de tesão, chegando até a gozar só de olhar. Começou a conversar com uma das meninas da comunidade. Deliciaram-se, falaram absurdas e maravilhosas sacanagens. Não se agüentava de tanto tesão. Tudo o que queria naquele momento era um sexozinho oral feito por aquela menina do MSN. Mas do que isso, ela queria mesmo era um pau bem duro e gostoso entrando na sua buceta. Teve, então a idéia de ligar para o tal conhecido, com quem já havia dado umas trepadas gostosas.
Pegou o celular e enviou-lhe uma mensagem bem sacana. Logo em seguida, ele a telefonou e, pouco tempo depois, bate à sua porta. Ela o recebeu com uma camisolinha branca e os dois se beijaram loucamente ali mesmo, na sala, com a porta aberta. Ele a jogou no chão com uma fome animalesca e arregaçou-lhe a xota. Ela gritava, desesperadamente, de prazer. Gozou uma, duas, três... diversas vezes. Eles Transaram como dois animais selvagens.
Depois de horas de prazer, pegaram no sono e, de manhã, ele a acordou da maneira mais gostosa que uma mulher pode ser acordada: uma bela trepada matinal.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
PROMOÇÃO DE VERÃO!
